segunda-feira, junho 27, 2005

Spending time living without life

O tempo arrasta-se levando-te com ele. Acordo um dia depois de muitos em que o tempo era apenas segundos que rodopiavam à nossa volta, e percebo que ele sempre soube. O tempo sempre nos teve nas mãos. Foi ele que ditou as horas que me deste, que nos demos, e testemunhou o minuto em que deixas-te de ser.
Um dia, quando o tempo já te tiver tão longe, onde eu não consiga alcançar, talvez ele retome o passo desafogado e me devolva a vida que me esqueço de viver. A vida que o tempo não te arrancou das mãos, e que vai arrastando, à medida que desapareces no horizonte da minha memória.
* We're made of time.. And i'm spending it living without life *

sexta-feira, junho 10, 2005

Silence is not the way (?)

O silêncio permanece. Uns dias calmo e apaziguante, outros, frio e desconcertante. Sou eu que faço dele o que ele faz de mim. Sou eu que em dias bons ou maus o torno benévolo ou maligno. O silêncio sou eu e és tu. Somos nós.